13 de abr de 2012




Ah, que saudade...

Saudade de relaxar, sem medos, no regaço terno dos meus pais! 
Eu não devia nada, nem explicações! 
Tinha muitos direitos. Deveres? Na época, me pareciam pesados. Hoje, são motivos de risos. 
Saudade da falta infantil de bom senso, de orgulho. 
Precisava e tinha atenção. E isso era tão natural! Sem protocolos, sem ter que medir as palavras: "Estou aqui,gostaria de "ter você" por perto!" 
Hoje as figuras mudaram, impõem condições. 
Ah,que saudade do regaço terno dos meus pais!

 (19/08/2011)